São Caetano avança nas discussões da Revisão do Plano Diretor Estratégico com entidades do setor imobiliário

São Caetano avança nas discussões da Revisão do Plano Diretor Estratégico com entidades do setor imobiliário

A Prefeitura de São Caetano do Sul, por meio da Secretaria de Obras e Habitação (Seohab), realizou nesta quarta-feira (12/11), no Espaço Nelly Pellegrino, uma reunião visando dar continuidade ao processo participativo de Revisão do Plano Diretor Estratégico 2026/2035.

Além de representantes da Seohab, estiveram presentes  dirigentes da AEASCS (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de São Caetano do Sul), da ACIGABC (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC) e do CCSCS (Conselho da Cidade).

Durante a reunião, os participantes destacaram a importância de um plano urbano efetivo, tecnicamente embasado e socialmente responsável, capaz de orientar o crescimento de São Caetano do Sul de forma equilibrada e sustentável. Foi ressaltado que o desenvolvimento urbano do município, aliado ao planejamento adequado, pode gerar impactos positivos na economia local, além de promover a dinamização da cidade e contribuir para o bem-estar coletivo.

O secretário da Seohab e presidente do CCSCS, Renato Rocha Ferreira, acredita que o encontro tenha sido bastante proveitoso. “Reuniões assim, com entidades técnicas qualificadas e representativas da sociedade civil, reforçam a relevância do diálogo contínuo entre poder público, profissionais da área e setor produtivo na construção de um Plano Diretor moderno, inclusivo e alinhado às necessidades reais da população de São Caetano”, ressaltou Renato.

Temas relacionados ao planejamento urbano e ao desenvolvimento sustentável, como adensamento qualificado e controlado; atenção contínua aos impactos urbanísticos e à infraestrutura existente; e DOTS (Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável) estiveram o tempo todo presentes na reunião. Também foram discutidos instrumentos urbanísticos e de regulação, como a outorga onerosa do direito de construir, operações urbanas consorciadas, potencial construtivo, fachadas ativas e fruição pública (mecanismos que estimulam a vitalidade urbana e o uso democrático dos espaços).

ASPECTOS TÉCNICOS E INSTITUCIONAIS

Outros pontos tratados abordaram aspectos técnicos e institucionais, entre eles, a reforma tributária, a necessidade de segurança jurídica para o ciclo de desenvolvimento imobiliário e aprimoramento do ambiente regulatório, que visa promover maior eficiência na gestão urbana. As discussões englobaram, também, mobilidade e qualidade de vida, com ênfase na integração entre transporte; habitação e infraestrutura urbana; redução do tempo de deslocamento e da melhoria da acessibilidade no território municipal.

_________
Fonte: PMSCS | Texto: Bignardi Junior/PMSCS

Posts Similares

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *